Código País

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Hoje à tardinha, depois de umas 12h buscando um lar após problemas com a antiga imobiliária, fui conferir o Código País, um dos eventos que indiquei para este mês de março.

O esquema começou anteontem e vai até domingo. Durante a semana a função começa às 16h e picos e no findi acho que começa às 11h (isso pq aqui o horário comercial vigente é 11 ou 10 da matina).

Depois de caminhar meia avenida do Libertador, descobri que o número 4401 é parte do mega espaço do Hipódromo Argentino, que por sinal é muito bonito e elegante (irei apostar umas moedas em algum pangaré assim que possível). A entrada custa 20 pesos e vale se tu considerares que 20 pesos não é 20 reais… hehehehe

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Então, ao entrar entendi o pq do nome Código Pais, o evento é completa e totalmente patrocinado pela Personal, uma das operadoras de telefonia daqui ( pra vcs entenderem o posicionamento deles é um misto de TIM com OI – ou seja, moderninho, colorido e COOL).

A cenografia do espaço (não muito grande, algo como um dos armazens do porto de POA mais uns jardins fofos e uma parte das arquibancadas do hipódromo) é linda. O tema dessa edição (acontecem 2 por ano – março e novembro) é reciclagem, mas disso a parte visual nem trata tanto assim. Banquinhos, pufes e mil instalações fazem do jardim o melhor lugar pra ficar olhando os portenhos desfilando toda sua modernice.

O evento é divido por temas: tem um espaço erótico, com shows de marionetes do Te mataré Ramirez, sex shops e aulas de sexo (!!); uma feirinha estilo mix bazaar, com coisas bem baratinhas e lindas; um espaço sons que tem djs e experimentacões sonoras; um espaço de exposições de fotos e artes; um palco teatral; um de shows pockets e, na área com vista pro hipódromo um palco maior  e uma parte de skate.

Assiti a 3 shows, um de uma moça com um cara cantando rock 80’s, um show de punk argentino (deveras divertido, se a banda não fosse meio descondernada, seria melhor) e um de um dj que experimentava sons em cima de trilhas de videogame (esse foi na arena dos djs, com fones individuais, :D).

Enfim, vale a pena pelo passeio e pelas idéias de cenografia e tudo mais, além de dar uma vontade de levar algo assimpro Brasil.

Ah.. eu tava sem câmera e sem note. Fotos em breve,  extraídas de blogs da web.

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